Sociedade
13 Março de 2022 | 10h51

EPAL esclarece razões da falta de água no Sequele

O presidente do Conselho de Administração da EPAL-EP, Manuel da Cruz, teve ontem, na centralidade do Sequele, município de Cacuaco, em Luanda, um encontro com as autoridades locais, para esclarecer as causas das restrições do fornecimento de água nos últimos dias.

Segundo uma nota de imprensa, o desacoplamento do dispositivo hidráulico na intersecção das condutas de diâmetros nominais 600 e 800 milímetros que transportam água para os Centros de Distribuição do Polo Industrial de Viana e Sequele, é o principal motivo da avaria.

A  nota refere, igualmente, que a falta de água na circunscrição é consequência dos ensaios dos novos equipamentos da empreitada da Fase III da Estação de Tratamento de Candelabro.

O PCA Manuel da Cruz aproveitou a ocasião para pedir aos responsáveis das empresas empreiteiras CMEC e GHCB, maior engajamento nos trabalhos para a reposição do abastecimento de água.

 Uma alternativa encontrada é o abastecimento em camiões cisternas para minimizar a falta de água no Sequele.

O documento realça que durante a visita do PCA ao local, constatou-se a necessidade de um arranjo hidráulico profundo nas derivações das condutas, e enquanto durar a intervenção a centralidade receberá água da conduta de 600 milímetros que alimenta o Centro do Polo Industrial de Viana.

De acordo com a EPAL, foi lançada uma nova conduta para o Centro de Distribuição de Água do Sequele que será alimentada pela Fase III da Estação de Tratamento de Candelabro que se encontra em fase conclusiva e que vai permitir um aumento substancial do abastecimento na Centralidade a partir de Abril.

A Fase III da Estação de Tratamento de Candelabro vai adicionar mais 90 mil metros cúbicos de água/dia aos actuais 120.000, perfazendo um total de 210.000 metros cúbicos diariamente.Vai também possibilitar o reforço do abastecimento do produto no Sequele, Funda, Panguila, Cacuaco, Zona Industrial de Viana, bairros Mulenvos de Cima e de Baixo, Condomínio Vida Pacífica, Cazenga e  parte do casco urbano de Luanda.

Fonte: NM