Desporto
24 Novembro de 2020 | 09h55

Selecção Nacional faz últimos acertos tácticos

Angola inícia amanhã no Grupo B ao lado de Moçambique, Quénia e Senegal, a corrida para o apuramento ao Afrobasket

A Selecção Nacional sénior masculina de basquetebol faz hoje, em regime bidiário, os últimos acertos técnico-tácticos visando a partida de amanhã, às 20h00, diante de Moçambique, referente à primeira jornada do Grupo B, de apuramento ao Campeonato Africano das Nações, Afrobasket´2021, a disputar-se na cidade de Kigali, Rwanda.

De amanhã até 27 do corrente, os comandados de José Neto jogam naquela cidade, a primeira janela FIBA, estando a segunda agendada para Fevereiro do próximo ano.
Quinta-feira, às 14h00, o jogo é frente ao Quénia e a fechar, sexta-feira, às 20h00, o adversário é o Senegal.

Em declarações o Petro de Luanda, clube que joga a prova em representação do país, o técnico de 49 anos, de nacionalidade brasileira, assegurou: "a equipa está bem. Hoje vamos dar sequência ao aprimoramento de outros conceitos de jogo a serem utilizados eventualmente. Fizemos um período de treino em Luanda muito bom, agora vamos procurar pôr em pratica durante as partidas”.

Questionado sobre a evolução da equipa, o seleccionador interino garantiu: "dentro de pouco tempo os atletas evoluíram bastante. Acredito que podem progredir muito mais, sobretudo com o esforço, dedicação e motivação darão o melhor dentro do sistema que estamos a implementar. Por isso, vamos discutir com todas as forças uma dessas vagas e buscar a qualificação para o Afrobasket. Os jogadores estão comprometidos e focados e felizmente não temos problema algum”.

Jogos de amistosos

Difícil para o treinador tem sido lidar com as regras, pois não permitem a disputa de jogos de controlo.  
"Jogar uma competição durante à pandemia é um desafio enorme e exige o cumprimento de normas. Fazer alguns desafios amistosos era ideal, mas exige muitos cuidados e não é muito recomendável. Vamos fazer testes antes de jogar oficialmente, tal como as outras equipas. Portanto, não queremos correr o riscos e somos obrigado a seguir o protocolo”, disse.